terça-feira, novembro 28, 2006

Nunca Saberás

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Até podes ser impossivel e inalcançável e uma útopia eterna,
mas não sei dizer o que sinto quando estamos em diálogo e
quando leio as tuas mais singelas palavras sinto-me
a sorrir e a rir de contentamento.
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É tudo tão curto ainda mas, só te quero bem,
mesmo que nada se prolongue e que nem saibas
que é sobre ti que escrevo,
imagina o bem que te quero.
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Tu não sabes, nem pensas tão pouco que és tu quem me faz viver
este momento, de justas palavras que me movem.
És tão simples e ao mesmo tempo tanta beleza junta,
não existe nada que geme mais alto que o meu medo.
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Choro a sorrir, ao lembrar-me de ti.
A primeira vez pareceste-me mais meiga que na segunda vez.
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Estou contente, realmente, por saber que apareceste e,
só isso, por te ter encontrado no caminho.
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Vai ser incomum, nascer um adorar por ti,
sentir um adorar por ti e assim vai morrer, um dia,
um gostar de ti.
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Tudo isto sem tu saberes.
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HUGO SOUSA

3 comentários:

Mel disse...

hmm.. I also love this one :) keep on writing mano I really love reading it :).
Big Kiss **** 4 my good&crazy friend/buddy ManoHugo ;)

Dama da Cena disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Lethargica disse...

Pode ser interpretado de várias maneiras, depende da maneira que se lê, mas se for imperativamente, nao penses que as outras pessoas são assim tão cegas, o que nao se ve nao sente, mas o que se sente tambem nao é para ser visto...portanto nunca se vai saber qual seria o ponto de se saber ou não...gosto